Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Pará
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<div id="additionalHomeContent"> <div style="text-align: justify;">A Revista do Instituto Histórico e Geográfico do Pará é uma publicaçãoo <em>on-line</em> de periodicidade semestral do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, que tem por objetivo divulgar pesquisas no campo da Geografia, História e da Antropologia, além de áreas afins. Nela são acolhidos textos sob a forma de artigos, ensaios e resenhas.</div> <div style="text-align: justify;"> </div> <div style="text-align: justify;"><strong>A Revista do IHGP possui o DOI (<em>Digital Object Identifier</em>).</strong></div> </div>IHGPpt-BRRevista do Instituto Histórico e Geográfico do Pará2359-0831A urbanização desigual no bairro Lago Azul (Manaus-AM)
https://ihgp.net.br/revistaojs/index.php/revihgp/article/view/223
<p>Manaus vem passando por mudanças importantes na dinâmica de urbanização, sendo uma das principais a consolidação do vetor sul-norte como grande eixo de expansão urbana. Visando abordar parte dessa problemática, objetivou-se analisar o crescimento da mancha urbana, densidade demográfica e renda da população do bairro Lago Azul (Zona Norte) como variáveis desse novo momento da urbanização desigual manauara. Para tanto, realizou-se um levantamento bibliográfico aliado à produção cartográfica das variáveis mencionadas. Destacou-se que o espaço do bairro Lago Azul pode ser caracterizado como um fragmento socioespacial marcado pela exclusão, mas que, contraditoriamente, é parte integrante e ativa da produção do espaço urbano da metrópole Manaus.</p>Ayana Heloísa Almeida NegreirosBrenda Sarah Cardoso de CastroFredson Bernardino Araújo da SilvaEmily Khetlen Pessoa Venâncio
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2026-06-082026-06-08122032210.17648/ihgp.v12i2.223Sobre o patrimônio cultural e o patrimônio minerário
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<p>As atividades humanas sobre o Planeta Terra implantaram desde sempre alterações significativas na paisagem, tema para estudos de uma diversidade de disciplinas. A atividade mineradora, essencial à vida do homem em uma multiplicidade de aspectos, deixou e deixa marcas profundas. Concluída a atividade econômica relacionada à extração mineral, observa-se que o local antes minerado resulta em uma série de estruturas de suporte à atividade exercida, que são representativas daquela atividade. Para além, da comunidade em si, fica impregnada por essa cultura da mineração, com reflexos em vários aspectos da vida social. Essas estruturas e a cultura pertinente são conhecidas por Patrimônio Minerário. O estudo do Patrimônio Minerário alcança melhor êxito quando imerso no contexto maior do Patrimônio Cultural, do qual faz parte. O presente texto aborda esta relação entre os dois, perpassa os aspectos histórico-evolutivos dos conceitos e trato do patrimônio enquanto matéria pautada para a conservação, considerando as potencialidades econômicas que pode trazer para o território detentor desse patrimônio. Assim, o Patrimônio Minerário devidamente compreendido e estudado em sua dimensão complexa pode ser um fator muito relevante para alcançar e mesmo justificar a proteção formal a um dado território, como fator de Geoconservação.</p>Ulisses PassarelliMúcio do Amaral FigueiredoArlon Cândido Ferreira
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2026-06-082026-06-08122234910.17648/ihgp.v12i2.222Expansão geográfica e escola de fazenda no Marajó
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<p>Este trabalho analisa a constituição de Escolas de Fazenda, no arquipélago do Marajó no Estado do Pará, precisamente no município de Soure, trata-se de um estudo de doutoramento no Programa de Pós-graduação em Geografia na Universidade Federal do Pará, o qual é desenvolvido por meio de abordagem qualitativa, a coleta de dados ocorreu por meio de levantamento bibliográfico e pesquisa documental com base em André (1982) e Gil (2008), além disso, para a análise recorremos à análise qualitativa e Minayo (2012). O estudo se apoiou em David Harvey, para assim analisar como a busca de acúmulo de capital levou ao processo de expansão geográfica e a territorialização que mantém no arquipélago práticas educativas nas denominadas de Escolas de Fazenda, como uma realidade na região, que contribui para fixar o homem do campo como trabalhador assalariado do avanço do capital. </p>Mailson Lima NazaréBenedita Alcidema Coelho dos Santos Magalhães
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2026-06-082026-06-081225068Editorial
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Tiago Veloso dos Santos
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